Assembleia geral Eletiva – Quadriênio 2020 a 2024

No dia 30 de novembro foi realizada na sede da Confederação Brasileira de Canoagem na Cidade de Curitiba, a Assembleia Geral Eletiva para o quadriênio 2020 a 2024, que contou com a presença das seguintes associações de canoagem do Estado do Paraná:

1) Associação Tomazinense de Canoagem – ATOCA – representada pelo Sr. João Emerson dos Santos Kondo; 2)  Instituto Meninos do Lago – IMEL – representando pelo Sr. Argos Gonçalves Dias Rodrigues; 3) Associação Tibagiana de Canoagem – ATICA – representada pelo Sr Milton Ferreira; 4) Associação Ribeirão Clarense de Canoagem – ARCCA, representada pelo Sr. Olivier Barbosa de Oliveira; 5)  Clube de Natação e Regatas Comandante Santa Ritta –  CNRCSR, representado pelo Sr. Jefferson José Ozogovski; 6) Clube de Canoagem de São José dos Pinhais – CCSJP, representado pela Sra. Maria Silvia Correa Toledo e 7) Iate Clube de Londrina (IATE), representado pelo Sr. Gelson Moreira Souza.

Pela primeira vez na história da canoagem paranaense houve disputa pela Diretoria Executiva entre duas Chapas: Resiliência, composta pelo candidato a presidente Argos Gonçalves Dias Rodrigues e Olivier Barbosa de Oliveira como vice presidente e a Chapa Cascavel/Curitiba composta pelo Senhor Paulo Renato Vergutz como Presidente e João Eduardo Alexandre da Cruz de Souza, como vice-presidente.

Obedecendo aos preceitos estatutários, o Sr. Carlos Henrique Pedrosa foi aclamado como o Presidente da Assembleia Eletiva e conduziu a assembleia de forma bastante profissional e com a imparcialidade e experiência que a função exige. De acordo com as regras estatutárias que impõem números de votos de acordo com a participação dos Clubes nos eventos estaduais, o resultado final foi de 09 (nove) votos para a Chapa Resiliência e 00 (zero) votos para a chapa Cascavel/Curitiba.

Após eleição da Diretoria, procedeu-se a eleição do Conselho Fiscal. Por decisão do Plenário foram eleitos por aclamação: MEMBROS DO CONSELHO FISCAL EFETIVOS: (1) Sr. João Emerson dos Santos Kondo (2) Sr. Jefferson José Ozogovski e (3) Sra. Maria Silvia Correa Toledo  e como MEMBROS DO CONSELHO FISCAL SUPLENTES: Felipe Borges da Silva; Leonardo Lucas Curcel e Ricardo Martins Taques. Coube ao Presidente eleito definir o Secretário Geral e o Diretor Financeiro. Como SECRETÁRIO GERAL o Presidente eleito nomeou a Sra. Mayara Cordeiro Lapczyk e DIRETOR FINANCEIRO o Sr. Angel Cardozo Sanchez.

Para o Presidente Valdecir Fernandes da Cruz que governou a Entidade desde o ano de 2001, o fato de haver duas chapas em disputa é muito bom, pois demonstra o interesse de mais pessoas abnegadas dispostas a auxiliar o esporte no Estado do Paraná.

“Me surpreendeu muito haver duas chapas interessadas ao comando da Federação Paranaense de Canoagem que não conta com nenhum subsídio financeiro desde o extinção dos bingos no ano de 2001. É evidente que já tivemos alguns projetos incentivados durante todos esses anos, porém que nunca gerou receitas próprias à Entidade. Sempre foram verbas com destinos específicos que não cobriam sequer os custos mínimos necessários à sobrevivência da Entidade que somente suportou todos esses anos graças ao auxílio da Confederação Brasileira de Canoagem com a locação de um escritório em Foz do Iguaçu e uma funcionária, exigidos como contrapartida dos projetos sociais da Itaipu Binacional. Caberá agora aos novos diretores tentarem de uma forma ou outra conseguirem recursos não incentivados para as despesas mensais necessárias”.

Para o novo Presidente a participação integrada com o Estado do Paraná será fundamental para alterar um pouco o quadro de inércia da Federação Paranaense de Canoagem.

“Todo mundo que vivencia o esporte brasileiro sabe que as reformas da Lei Pelé desde o início do Governo Lula foram catastróficas para as Federações desportivas pois ao extinguirem com os bingos existentes na época, nossos legisladores somente encontraram soluções para os Comitês Olímpico, Paralímpico, de Clubes e para as Confederações Nacionais. Quanto às Federações, foram simplesmente esquecidas e a imensa maioria vive de trabalhos abnegados de suas diretorias e só não fecham por questões meramente administrativas. Temos que encontrar uma solução para todas as federações não só de canoagem como também de outros esportes que passam por essa mais completa ausência de recursos. Por sorte, o Estado do Paraná, após muitos anos de inércia junto à canoagem, no ano de 2019 iniciou uma série de eventos que acabou movimentado o esporte. Vamos necessitar dar continuidade a essa parceria e, de uma forma ou outra, buscar recursos não incentivados passíveis de cobrir o custo mensal mínimo de uma Entidade”.